Rádio Metropolitana


domingo, 6 de setembro de 2026

Dismorfofobia

                                     Edu



SAÚDE TOTAL

CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                              DISMORFOFOBIA

Em algum momento você já se olhou no espelho e viu dezenas de defeitos em você que o fizeram entristecer? Acredito ser esta situação muito comum. Quem nunca fez isso?

Mas quando há uma preocupação exagerada, um olhar tão negativo que beira ao insuportável, a situação é denominada de dismorfofobia, ou seja, uma visão deformada de si mesmo.

E as consequências? Muita ansiedade, evitações e pensamentos obsessivos que certamente repercutirão na rotina.

As preocupações mais frequentes estão relacionadas com a pele, o nariz, orelhas, penteado e a silhueta do corpo. Diante disso, muitos procuram variados tipos de regimes ou se colocam em atividades físicas intensas e, outros, mais endinheirados, buscam à medicina ou à cirurgia estética.

Hoje, este transtorno está classificado na família dos transtornos obsessivos, pois se faz valer tendo os mesmos efeitos: ideias obsessivas e compulsões. Além disso, a dismorfofobia se aproxima muito da ansiedade social, pois os supostos defeitos físicos são em geral visíveis pelos outros. Tal entendimento traz muito sofrimento para o dismorfófobico.

E por que isso acontece? Por causa do medo de ser menos considerados pelos outros e, consequentemente rejeitados. E como comorbidade, quem tem dismorfofobia pode facilmente desenvolver fobia social.

Neste caso, estar rodeado de pessoas que nos trazem boas notícias a respeito de nós mesmos pode ser um excelente caminho. Validar o que dizem de positivo da gente pode ser muito efetivo e jamais esquecer que a maneira que somos foi construída mais pelo falar dos outros que por nós mesmos. Estar atentos a nossa própria percepção, entendendo que muito do que falam de nós (negativamente), geralmente são proferidas em momentos de conflito. Uma análise pode ajudar bastante aquele que viveu em lares em que a negatividade e a falta de validação das potencialidades foram negadas

Que sigamos pensando... 

Um grande abraço para você!

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Presidente da Cafram Ana Cristina Carvalho recebe em grande estilo no salão social do Jockey clube do Rio

     Presidente da Cafram Ana Cristina Carvalho recebe em grande estilo no salão social do Jockey clube do Rio


Ana Cristina Carvalho e Diana Van Eduard


A empresária Ana Cristina Carvalho, presidente da CAFRAM, reuniu ontem um seleto grupo de amigos para uma noite de confraternização, homenagens e boa gastronomia, no sofisticado salão social do Jockey Club do Rio de Janeiro.


O Consul da República Dominicana Roberto Rúbio e Verônica


Em um ambiente marcado pela elegância e pelo clima de amizade, os convidados participaram de um jantar-degustação preparado sob o comando do chef Marcondes, que apresentou um menu cuidadosamente elaborado para a ocasião. Entre os destaques estiveram o ceviche de peixe branco, o saboroso bobó de camarão e os profiteroles servidos como sobremesa.


Bayard Boiteux o Consul do Panamá Ruben Arguelles e Sylvia de Castro


A noite também foi marcada por uma homenagem especial à baronesa Diana Lewe Van Aduard de Macedo Soares, em um encontro que reuniu personalidades e representantes do corpo consular em um verdadeiro momento de celebração e reconhecimento.


Os cônsules da República Dominicana, Luxemburgo, Finlândia e Panamá com Diana Macedo e a anfitriã Ana Cristina Carvalho


Mais do que uma noite gastronômica, o encontro teve também um significado especial para Ana Cristina. A presidente da CAFRAM aproveitou a ocasião para retribuir diversas manifestações de carinho, amizade e gentileza que vem recebendo em razão de seu trabalho dedicado à aproximação das relações comerciais e culturais entre a África e as Américas.


Ana Cristina Carvalho e Bayard Boiteux


Em clima de petit comité, representantes consulares, empresários e personalidades participaram do jantar, formando uma confraternização marcada pela cordialidade e pelo prestígio dos presentes. O encontro também serviu para destacar a atuação de Ana Cristina como uma das vozes empenhadas em fortalecer o posicionamento econômico do Rio de Janeiro e ampliar suas conexões internacionais.


Sérgio Chamone e Sérgio Costa e Silva


Durante a noite, Diana ressaltou ainda a importância da Associação dos Embaixadores de Turismo do Rio, destacando sua capacidade de reunir diferentes segmentos e promover a diversidade de experiências, culturas e relações que fazem parte da identidade do Rio de Janeiro.


Ana Cristina com Sérgio e Ignez Costa e Silva


Entre homenagens, sabores e reencontros, a noite revelou-se um daqueles encontros em que a gastronomia é apenas parte da celebração. O verdadeiro destaque esteve no carinho dedicado aos convidados, na valorização das amizades e na capacidade de reunir pessoas em torno de boas causas, relações e projetos.


Bayard Boiteux, Diana Lewe Van Aduard Macedo Soares


Um jantar cuidadosamente pensado para demonstrar que, no universo das relações humanas e institucionais, retribuir carinho, reconhecer trajetórias e cultivar boas amizades também é uma forma de celebrar a vida.


Pedro Meyers, aconsul de Luxemburgo, Marie Christiane Meyers e Silva de Castro
Ana Cristina Carvalho e o nutricionista Matheus Oliveira




Fotos divulgação

EOLUX chega ao Brasil com tecnologia europeia e novo conceito de Hair Wellness Engineering

     EOLUX chega ao Brasil com tecnologia europeia e novo conceito de Hair Wellness Engineering






A EOLUX, marca europeia de ferramentas profissionais para cabelos, desembarca oficialmente no Brasil com uma proposta que une tecnologia, performance, design e cuidado com a saúde capilar. A estreia acontece durante a Beauty Fair 2026, de 5 a 8 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, onde a marca apresentará ao mercado brasileiro sua filosofia de “Hair Wellness Engineering” e sua nova geração de equipamentos profissionais.


Com presença já reconhecida entre profissionais, hairstylists e veículos especializados na Europa, a EOLUX aposta em uma tecnologia desenvolvida para entregar alto desempenho sem abrir mão do cuidado com os fios. Entre os principais diferenciais estão o motor digital brushless, a ionização de alta densidade, o controle inteligente de temperatura e uma engenharia voltada para reduzir o tempo de exposição ao calor.


O grande destaque do lançamento brasileiro é o EXO4+, multi-styler iônico equipado com motor digital de alta velocidade, que chega a 100 mil RPM, potência de 1.875W e peso de apenas 444 gramas sem o cabo. O modelo acompanha acessórios magnéticos para diferentes finalizações, incluindo modelador de cachos, bico alisador, bico de precisão e difusor, além de estojo profissional para viagem.


A EOLUX também apresenta a Nanotech Pro, primeira prancha profissional da marca, desenvolvida com placas de nanotecnologia, distribuição homogênea do calor, tecnologia iônica e temperatura ajustável de até 230°C. Com a chegada ao Brasil, a marca pretende aproximar profissionais e consumidores de uma nova geração de ferramentas de beleza em que tecnologia e bem-estar capilar caminham juntos.


Divulgação

EOLUX: tecnologia desenvolvida para entregar alto desempenho sem abrir mão do cuidado com os fios


O espetáculo das más ações

    O espetáculo das más ações


Por Débora Máximo





Vivemos um tempo em que as más ações parecem ter uma enorme capacidade de capturar nossa atenção. Basta observar o que ocupa as manchetes, as redes sociais e as plataformas de streaming. Crimes reais se transformam em séries, assassinos se tornam personagens principais e histórias de violência ganham documentários, filmes e temporadas inteiras. Casos que deveriam causar profundo incômodo passam também a ocupar o espaço do entretenimento.


Isso me leva a uma pergunta: o que acontece conosco quando passamos tanto tempo olhando para o pior do comportamento humano?


Não se trata de dizer que essas histórias não devam ser contadas. Muitas delas ajudam a compreender comportamentos, contextos sociais e acontecimentos que merecem ser conhecidos. A questão está na maneira como nos relacionamos com esse conteúdo e, principalmente, no motivo pelo qual ele nos atrai tanto.


Quantas vezes nós mesmos nos pegamos torcendo pelo vilão? Queremos que ele escape, que não seja descoberto e em alguns casos, chegamos até a sentir simpatia por alguém cujas atitudes condenaríamos na vida real


Quando acompanhamos um personagem durante horas, conhecemos sua infância, seus traumas, seus medos e suas justificativas. Essa proximidade pode mudar a maneira como enxergamos aquela pessoa. E aqui existe uma diferença importante, compreender alguém não significa justificar seus atos. Conhecer a história de quem causou o sofrimento não deveria apagar a história de quem sofreu.


Quando determinadas imagens, notícias e narrativas passam a fazer parte constantemente do nosso cotidiano, nossa reação a elas pode mudar. O que antes causava enorme espanto pode se tornar mais familiar. Não significa que deixamos de reconhecer a gravidade da violência, mas aquilo que vemos repetidamente pode já não provocar em nós a mesma reação.


E talvez isso não esteja apenas no que assistimos, está também na maneira como reagimos nas redes sociais. É fácil perceber como uma publicação sobre uma briga, uma traição ou uma atitude absurda rapidamente desperta comentários, discussões e compartilhamentos.


Enquanto isso, um vídeo mostrando um rapaz distribuindo cestas básicas pode receber muito menos atenção. E, algumas vezes, a primeira reação diante da boa ação ainda é a desconfiança: “Será que ele fez isso para ajudar ou para ganhar engajamento?”


É claro que ter senso crítico é importante, especialmente em um ambiente no qual exposição também pode ser uma estratégia. Mas há algo interessante nessa diferença de reação. Por que aquilo que é ruim parece despertar tão rapidamente a nossa curiosidade, enquanto uma boa ação, às vezes, precisa provar que é genuína para conquistar o nosso reconhecimento?


Talvez o extraordinariamente ruim simplesmente tenha se tornado mais capaz de disputar a nossa atenção do que o silenciosamente bom?


Aquilo que desperta nosso interesse ganha espaço, circula e permanece. Talvez estejamos vivendo uma dinâmica em que o trágico e o violento capturam nossa atenção com enorme facilidade e isso não acontece apenas diante das telas.


Outro dia ouvi uma mulher contar que, quando passa por um acidente de carro, sente vontade de parar para ver os acidentados. Eu não sei você, mas eu fiquei chocada fazendo cara de paisagem diante do relato. O exemplo pode parecer extremo, mas revela algo interessante: por que é tão difícil desviar o olhar diante de uma tragédia? Existe em nós uma curiosidade pelo inesperado, pelo perigo e por aquilo que rompe a normalidade. O que muda hoje é a quantidade de oportunidades que temos para alimentar essa curiosidade.


Talvez seja justamente aí que caiba uma reflexão sobre o nosso tempo. Se aquilo que choca naturalmente captura nossa atenção, o que acontece quando somos expostos repetidamente a esse tipo de estímulo?


Enquanto isso, uma parte muito menos ruidosa da realidade continua acontecendo, pessoas ajudando, acolhendo, cuidando, protegendo e fazendo o bem. Essas histórias talvez não nos façam parar o carro para olhar, nem interromper o que estamos fazendo para acompanhar cada detalhe. Mas isso não as torna menos importantes. Talvez o desafio esteja justamente em perceber que aquilo que mais chama a nossa atenção nem sempre é aquilo que mais merece o nosso olhar.


Divulgação

Débora Máximo é influencer e graduanda em Psicologia


quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Dra. Ana Mamari: excelência, precisão e propósito na cirurgia plástica

  Dra. Ana Mamari: excelência, precisão e propósito na cirurgia plástica






A trajetória da Dra. Ana Mamari na cirurgia plástica é marcada pela busca permanente pela excelência, pelo aprimoramento técnico e por uma compreensão sofisticada da beleza como expressão individual. Com atuação entre Rio de Janeiro e São Paulo, a médica vem construindo uma carreira sólida, pautada pela ética, precisão, responsabilidade e atenção minuciosa a cada paciente.


Um capítulo de especial relevância em sua formação profissional foi a experiência ao lado do renomado cirurgião plástico Dr. Volney Pitombo, referência na cirurgia plástica brasileira. Essa vivência contribuiu para ampliar seu repertório técnico e sua percepção sobre a importância do planejamento, da precisão cirúrgica e da busca por resultados naturais e harmoniosos, valores que hoje fazem parte de sua identidade profissional.


Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e membro da Associação Brasileira de Cirurgia da Coluna (ABCRC), Dra. Ana Mamari alia formação, experiência e atualização constante. Sua participação em congressos, jornadas e encontros especializados demonstra o compromisso com uma medicina em permanente evolução, acompanhando os avanços científicos e tecnológicos da especialidade.


Para a médica, cada paciente é único. Anatomia, história, expectativas e estilo de vida precisam ser considerados antes de qualquer decisão. Por isso, sua abordagem começa por uma avaliação criteriosa e individualizada, na qual técnica, segurança, proporção e naturalidade são cuidadosamente equilibradas. O objetivo é valorizar características próprias, evitando resultados padronizados e respeitando a identidade de cada pessoa.


Nas redes sociais e em sua comunicação profissional, Dra. Ana Mamari também revela uma dimensão contemporânea da medicina: a proximidade com o paciente por meio da informação. Ao compartilhar sua rotina, sua participação em eventos científicos e momentos de atualização, fortalece uma imagem profissional baseada em conhecimento, credibilidade e transparência.


Entre Rio de Janeiro e São Paulo, a cirurgiã vem consolidando uma atuação que traduz uma nova percepção da cirurgia plástica: menos sobre padrões e mais sobre individualidade; menos sobre excessos e mais sobre equilíbrio. Sua experiência, aliada à formação e às referências construídas ao longo da carreira, reforça uma prática voltada à excelência e à segurança.


Mais do que transformar formas, Dra. Ana Mamari constrói sua trajetória a partir de um propósito: exercer a cirurgia plástica com conhecimento, responsabilidade, sensibilidade e precisão. A experiência profissional ao lado de grandes nomes da especialidade, somada à sua constante busca por atualização, faz parte de uma história que continua sendo construída com dedicação e uma visão contemporânea da medicina.


Sua trajetória traduz, assim, a união entre experiência, técnica e olhar humano atributos fundamentais para uma profissional que entende que a excelência na cirurgia plástica está não apenas no resultado, mas em todo o caminho percorrido para alcançá-lo.


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Dra. Ana Mamari: anatomia, história e estilo de vida precisam ser considerados antes de qualquer decisão


Dismorfofobia

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