Rádio Metropolitana


sábado, 19 de setembro de 2026

FestCargas 2026 leva shows nacionais gratuitos, praça de alimentação e sorteios ao Shopping Vila Destro neste fim de semana

        FestCargas 2026 leva shows nacionais gratuitos, praça de alimentação e sorteios ao Shopping Vila Destro neste fim de semana


“A Festa do Irmão Caminhoneiro” acontece nos dias 19 e 20 de setembro, com entrada gratuita e programação musical diferente em cada dia





Campinas (SP) recebe, nos dias 19 e 20 de setembro de 2026, a FestCargas 2026, “A Festa do Irmão Caminhoneiro”, evento gratuito dedicado a homenagear o setor de transporte de cargas e reunir famílias em um fim de semana de música, gastronomia e diversão. Realizado no Shopping Vila Destro, na Rua Antônio Rodrigues de Carvalho, 1920, Jardim Garcia, o evento é promovido pelo SindCargas Campinas e Região e organizado pela SoulYes! Produção de Eventos.


PROGRAMAÇÃO MUSICAL


A festa reserva um line-up diferente para cada dia. No sábado, 19 de setembro, o palco recebe Fernando Longato, Rogério Amaral (pagode), Taty Dantas (ex-Bonde do Forró), Lê e Leo, Guto e Nando, Adriana Farias e o show cover “Embalos de Sábado à Noite”, tributo a Elvis Presley. Já no domingo, 20 de setembro, a programação inclui um tributo a Tim Maia, Orquestra de Violas, a dupla Luiz Miguel e Daniel e a cantora Sula Miranda, conhecida como “Rainha dos Caminhoneiros”.


ESTRUTURA E ATRAÇÕES


Estrutura coberta, com praça de alimentação e brinquedos infláveis para a criançada;

Sorteios diários entre os associados do SindCargas Campinas, com 2 scooters, 2 TVs e 2 celulares em jogo;

Entrada gratuita, aberta ao público, com convite especial às famílias;

Benefícios extras para associados do sindicato: pipoca, algodão-doce, cachorro-quente, picolé, refrigerante e tickets para os brinquedos infláveis


SOBRE A REALIZAÇÃO


A FestCargas é uma iniciativa do SindCargas Campinas e Região, sindicato que representa o setor de transporte de cargas na região de Campinas, com organização da SoulYes! Produção de Eventos. O evento celebra o papel dos caminhoneiros e busca aproximar o setor das famílias da região com uma programação gratuita e voltada a todas as idades.


“Sabemos o quanto é difícil a rotina de quem vive na estrada. Por isso fizemos questão de montar essa festa com muito carinho, pra agradecer e celebrar cada caminhoneiro e sua família. Vai ser uma alegria receber todos no Shopping Vila Destro.” Paulo Vicente, presidente do SindCargas Campinas e Região


SERVIÇO

EventoFestCargas 2026, “A Festa do Irmão Caminhoneiro”
DataSábado, 19 de setembro e domingo, 20 de setembro de 2026
HorárioSábado: 10h às 22h  ·  Domingo: 13h às 20h
LocalShopping Vila Destro, Rua Antônio Rodrigues de Carvalho, 1920, Jardim Garcia, Campinas/SP, CEP 13061-155
AcessoRod. Anhanguera, km 97,5, sentido capital, Trevo da Bosch
EstacionamentoDisponível no shopping e em espaço adjacente lateral
IngressoGratuito
RealizaçãoSindCargas Campinas e Região (patrocínio) · SoulYes! Produção de Eventos (organização)

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Setembro Amarelo: e-book Faces Roubadas aborda saúde mental de adolescentes e os impactos fatais da violência digital

  Setembro Amarelo: e-book Faces Roubadas aborda saúde mental de adolescentes e os impactos fatais da violência digital


Thriller psicológico ambientado em Vitória (ES) discute deepfakes, cyberbullying e os efeitos da exposição virtual sobre adolescentes. Obra está disponível gratuitamente em PDF





Vitória (ES), setembro de 2026 – Em um momento do ano em que a discussão sobre saúde mental ganha ainda mais espaço, o e-book Faces Roubadas coloca em pauta um problema cada vez mais presente na vida de adolescentes: a violência praticada por meio da tecnologia.


Ambientado em Vitória, o thriller psicológico acompanha as consequências de uma tragédia ocorrida na tradicional Escola São João Paulo II, frequentada por jovens da elite capixaba. A história começa após o suicídio de Allana, uma estudante de 15 anos que, depois de ter imagens íntimas falsas produzidas com Inteligência Artificial e disseminadas em um esquema criminoso, passa a enfrentar uma avalanche de humilhações, ameaças e julgamentos nas redes sociais.


A partir da trajetória da adolescente, Faces Roubadas mergulha em temas como deepfakes, cyberbullying, misoginia, exposição íntima e violência psicológica, mostrando como a crueldade praticada no ambiente virtual pode ultrapassar a tela e provocar consequências profundas na vida real.


A obra também chama atenção para um aspecto muitas vezes ignorado: o silêncio de quem está ao redor. Na narrativa, a dificuldade de reconhecer os sinais de sofrimento e a falta de uma resposta adequada por parte de adultos e instituições acabam ampliando a sensação de abandono vivida pela vítima.


Depois da tragédia, Mariana, estudante bolsista da periferia de Vitória e apaixonada por tecnologia, aproxima-se de Bia, uma influenciadora digital pertencente à elite da escola. Apesar das diferenças sociais, as duas decidem investigar o esquema responsável pela produção e comercialização das imagens falsas.





Com o apoio da ONG de direitos humanos Cunhantãs, elas enfrentam uma rede de criminosos e tentam transformar a indignação provocada pela morte de Allana em uma denúncia capaz de responsabilizar os envolvidos.


Ao combinar suspense e questões sociais contemporâneas, Faces Roubadas procura ir além do entretenimento. O livro pode ser utilizado como ponto de partida para conversas entre estudantes, famílias, professores e profissionais da educação e da saúde mental sobre violência digital, segurança na internet, responsabilidade e, principalmente, a importância de ouvir adolescentes que estejam passando por situações de sofrimento.


Em tempos de ferramentas de Inteligência Artificial cada vez mais acessíveis, a história também levanta uma pergunta incômoda: o que acontece quando a tecnologia usada para criar imagens falsas encontra a cultura da humilhação e o silêncio de quem poderia intervir?


A obra está disponível gratuitamente em PDF.


Sobre o autor


Maxwell dos Santos é jornalista, radialista, professor de linguagens e ciências humanas e mestre em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. Autor de obras de ficção e não ficção, desenvolve trabalhos relacionados à educação, cidadania digital e questões sociais contemporâneas.


Serviço

Obra: Faces Roubadas
Autor: Maxwell dos Santos
Gênero: Thriller psicológico / Ficção jovem adulto
Formato: E-book (PDF)
Disponibilidade: Gratuita
Download: https://bit.ly/facesroubadaspdf





Philippe Seigle: o homem que transformou a hotelaria, as viagens e a vida em arte

   Philippe Seigle: o homem que transformou a hotelaria, as viagens e a vida em arte



Por Bayard Do Coutto Boiteux 



Freepik



Há pessoas que atravessam nossas vidas discretamente. Outras deixam marcas. E existem aquelas, mais raras, que parecem carregar consigo uma geografia própria, construída de encontros, países, hotéis, aeroportos, afetos e cores. Philippe Seigle pertence a essa última categoria. Defini-lo simplesmente como hoteleiro seria diminuir uma trajetória que ultrapassou balcões de recepção, suítes presidenciais e grandes marcas internacionais. Chamá-lo apenas de artista plástico seria igualmente insuficiente. Philippe é, antes de tudo, um cidadão do mundo que aprendeu a transformar experiências em hospitalidade e, depois, memórias em pintura. Filho de diplomatas, acostumou-se desde cedo a entender que o mundo não termina na fronteira que enxergamos. Sua pintura não nasceu do isolamento de um ateliê, mas das ruas, das viagens, das diferenças culturais, dos hotéis, das pessoas e, sobretudo, da curiosidade de alguém que nunca aceitou olhar o mundo por uma única janela.

Conheci Philippe Seigle no Le Méridien Copacabana, um daqueles hotéis que fizeram parte da história da hotelaria carioca e ajudaram a construir a imagem internacional do Rio. Foi ali que nossos caminhos se cruzaram e começou uma relação que, com o passar dos anos, ultrapassaria o universo profissional para transformar-se em amizade, admiração e projetos compartilhados. E nessa caminhada outro nome veio fortalecer nossa amizade e nossa vida profissional: Netto Moreira, um ser pensante da hotelaria, desses profissionais que não se limitam a administrar operações, mas refletem sobre o sentido de receber, servir e transformar hospedagem em experiência. Nossas conversas, encontros e inquietações ajudaram a construir uma convivência em que amizade e profissão jamais precisaram ocupar territórios separados. Ao contrário: alimentaram-se mutuamente. Sempre acreditei que o turismo cresce quando reúne pessoas capazes de pensar além das planilhas, e Philippe e Netto pertencem a essa categoria.

Desde os primeiros contatos, chamou-me atenção em Philippe sua capacidade de compreender algo que muitos executivos ainda demoram a perceber: hotelaria de luxo não é simplesmente vender quartos caros. É criar emoções. Pode-se importar mármore, contratar arquitetos renomados, colocar flores monumentais no lobby e servir champanhe de excelentes safras. Nada disso substitui o olhar humano. O hóspede contemporâneo não quer apenas dormir; quer ser reconhecido. Não deseja somente eficiência; procura pertencimento. Philippe sempre compreendeu que o verdadeiro luxo começa justamente onde termina a padronização. Sua trajetória internacional consolidou essa percepção e, no Rio, encontrou um desafio extraordinário: compreender uma cidade que não aceita ser administrada apenas por manuais concebidos em outros continentes. O Rio tem códigos próprios, informalidade, sensualidade, música, luz e uma maneira peculiar de receber. Quem tenta enquadrá-lo excessivamente acaba destruindo justamente aquilo que o visitante veio procurar.

Foi também por sua contribuição à imagem da cidade que Philippe tornou-se Embaixador do Turismo do Rio de Janeiro. Não se tratava de uma homenagem meramente protocolar, mas do reconhecimento a alguém que havia entendido que trabalhar pelo turismo do Rio significa também defendê-lo, divulgá-lo e acreditar em sua extraordinária capacidade de sedução. Nossa relação, entretanto, ultrapassou progressivamente o universo institucional. Descobri em Philippe o viajante, o observador e, sobretudo, o artista.

Guardo com particular carinho sua primeira exposição de pinturas no Rio de Janeiro, “Viajando com Philippe Seigle”. Tive o privilégio de realizar a curadoria ao lado de uma das maiores referências da cultura brasileira, minha querida Ana Botafogo. Selecionamos cerca de vinte trabalhos para aquela apresentação no Petit Palais, em Laranjeiras, promovida pela Associação dos Embaixadores de Turismo do Rio de Janeiro. Foi muito mais do que uma vernissage. Representou a apresentação pública de uma dimensão de Philippe que muitos ainda conheciam pouco: atrás do executivo habituado às grandes decisões da hotelaria internacional existia um homem profundamente sensível, capaz de transformar suas viagens em cores. Ana e eu percebemos naquele momento algo que o tempo apenas confirmou: Philippe não pintava para reproduzir paisagens; pintava para reconstruí-las emocionalmente. A fotografia registra aquilo que encontrou diante da lente; a pintura de Philippe registra aquilo que permaneceu dentro dele. Talvez por isso suas obras sejam tão coloridas. Não vejo nelas ingenuidade cromática. Vejo resistência. Num mundo que insiste em produzir guerras, intolerância, radicalismos, preconceitos e solidões, escolher a cor pode ser uma atitude profundamente humanista.

E aconteceu algo curioso e bonito: o hoteleiro que durante décadas ajudou a receber viajantes passou a viajar por meio de suas próprias telas. A arte ganhou progressivamente espaço em sua vida, e Philippe construiu uma identidade artística própria sem abandonar aquilo que sempre constituiu sua essência: a viagem. Anos depois daquela primeira exposição que Ana Botafogo e eu tivemos o prazer de apresentar ao Rio, suas pinturas retornariam justamente ao ambiente que simboliza uma parte fundamental de sua história profissional: o Fairmont Rio de Janeiro Copacabana, empreendimento cuja implantação contou com a experiência e a participação de Philippe. Em 2025, o hotel recebeu a exposição “A Arte de um Espírito Jovem que Conquistou o Mundo com Cores Vibrantes”. Existe uma deliciosa ironia nisso: durante décadas Philippe trabalhou para que hotéis oferecessem experiências inesquecíveis; depois, suas próprias obras passaram a ocupar esses espaços e oferecer experiências aos hóspedes. É a hotelaria encontrando a arte pelo caminho inverso.

Mas o tempo reservou a essa história uma continuidade ainda mais simbólica. Mathieu Seigle, filho de Philippe, seguiu os caminhos profissionais do pai e hoje ocupa a gerência geral do Fairmont Rio de Janeiro Copacabana, justamente o hotel que Philippe ajudou a implantar. Há nessa coincidência de destinos algo que ultrapassa a simples sucessão profissional. O pai participa da construção de um projeto; anos depois, o filho assume a responsabilidade de conduzi-lo. Não como repetição de uma história, mas como renovação de um legado. Num tempo em que a palavra “legado” é utilizada quase irresponsavelmente nos discursos empresariais, poucas imagens poderiam representá-la melhor.

Mathieu constrói sua própria trajetória, naturalmente, porque filhos não existem para reproduzir os pais. Mas é impossível ignorar a beleza dessa continuidade. Philippe ajudou a plantar; Mathieu participa hoje da responsabilidade de fazer florescer. E talvez para um pai exista pouca coisa mais emocionante do que perceber que valores cultivados durante décadas atravessaram uma geração. A verdadeira herança profissional não está nos cargos que deixamos, mas nos princípios que conseguimos transmitir. A hotelaria ensina disciplina, respeito às diferenças, capacidade de ouvir, elegância no trato e a compreensão de que servir não significa submeter-se. Servir bem é uma das formas mais sofisticadas de inteligência humana.

É precisamente aí que encontro a ligação entre Philippe hoteleiro e Philippe artista. Os dois recebem. Um recebia pessoas; o outro recebe emoções. Um organizava experiências dentro de hotéis; o outro reorganiza lembranças dentro de telas. Um percorreu o mundo profissionalmente; o outro continua percorrendo-o através das cores. Tenho defendido há muitos anos que o turismo precisa recuperar sua dimensão humana. Estamos excessivamente fascinados por números: turistas, ocupação hoteleira, tarifas médias, voos, investimentos e receitas. Tudo isso é necessário, mas o turismo não nasceu nas planilhas. Nasceu da curiosidade humana, da vontade quase ancestral de atravessar uma fronteira e descobrir o que existe depois dela.

Philippe personifica essa ideia. E talvez por isso sua relação com o Rio permaneça tão forte. O Rio não costuma aceitar relações burocráticas: ou você simplesmente passa por ele ou permite que ele entre em sua vida. Philippe escolheu a segunda alternativa. E nossa própria amizade, enriquecida pela presença e pela inteligência de Netto Moreira, demonstra como o turismo e a hotelaria são feitos, antes de tudo, de encontros. Há profissionais que conhecemos em reuniões e esquecemos quando termina o compromisso. Outros permanecem porque acrescentam pensamento, afeto, provocação intelectual e humanidade às nossas próprias trajetórias.

Ao observar Philippe, percebo que talvez sua grande obra não esteja pendurada em nenhuma parede. Está na capacidade de ter vivido várias vidas dentro de uma única existência. O menino filho de diplomatas tornou-se cidadão do mundo; o viajante tornou-se hoteleiro; o hoteleiro tornou-se executivo internacional; o executivo revelou-se pintor; o pintor continuou viajante; e o pai viu Mathieu escolher a hotelaria e chegar à gerência geral do mesmo Fairmont Copacabana que ele ajudou a implantar. Poucos currículos conseguem explicar isso, porque currículos enumeram cargos; a vida enumera encontros. E é pelos encontros que prefiro compreender Philippe Seigle.

Tenho orgulho de ter participado, ao lado de Ana Botafogo, daquele primeiro momento em que suas pinturas ganharam uma exposição no Rio e de ter compartilhado, com Philippe e Netto Moreira, tantos momentos de uma vida profissional que nunca precisei separar da amizade. Hoje percebo que não estávamos apenas escolhendo quadros para preencher paredes. Estávamos ajudando a abrir uma janela para uma nova etapa de sua trajetória. Philippe continua pintando, viajando e inventando horizontes. Mathieu escreve agora sua própria história na hotelaria. E nós continuamos descobrindo que as relações verdadeiramente importantes sobrevivem aos cargos, às empresas e aos cartões de visita.

Philippe Seigle parece ter compreendido um segredo que muitos passam a vida inteira procurando. Depois de percorrer tantos países, administrar sonhos de tantos viajantes e descobrir tantas geografias, encontrou um território que não aparece nos mapas: a liberdade de continuar se reinventando. E talvez seja exatamente isso o verdadeiro luxo. 

Bayard Do Coutto Boiteux é professor universitário ,pesquisador ,escritor e um eterno apaixonado pelo Rio e pela Diversidade .

Consul do Japão Takashi Manabe é homenageado por Bayard Boiteux em noite de confraternização e prestígio no Rio

      Consul do Japão Takashi Manabe é homenageado por Bayard Boiteux em noite de confraternização e prestígio no Rio


Takashi Manabe com o Consul geral da Finlândia Sérgio Chamone, vice decano do Corpo Consular e Diana Macedo Soares - Fotos Angela Gastaldi


Uma noite de encontros, homenagens, música e muita confraternização marcou a despedida do Cônsul-Geral do Japão no Rio de Janeiro, Takashi Manabe, que está de partida para Dubai. O diplomata foi homenageado com um elegante coquetel oferecido por Bayard do Coutto Boiteux, na Barra Olímpica.


Joana Teixeira e Matheus Oliveira - Fotos Angela Gastaldi



Reunindo um pequeno e seleto grupo de convidados, a noite foi cuidadosamente planejada para celebrar a trajetória de Manabe à frente das relações entre o Japão e o Rio de Janeiro, além de proporcionar momentos de descontração e amizade.


Ana Botafogo e Bayard Boiteux - Fotos Angela Gastaldi



Produzido pela Ascom Divulga Rio, o encontro teve como atração musical a apresentação do saxofonista Renan de Castro, que deu o tom sofisticado à recepção. Entre conversas, brindes e reencontros, os convidados participaram de um coquetel souper preparado especialmente para a ocasião.


Val Guimarães, Sumaya Neves e Ana Botafogo - Fotos Angela Gastaldi



A gastronomia também ganhou destaque. O serviço volante apresentou uma seleção de iguarias, entre elas salada de cuscuz marroquino com frutos do mar, bolinhos de carne à moda Dijon, torradas de caviar, patê acompanhado de geleia caseira de morango e trouxinhas de salmão com roquefort.


Marcello Antunes, Orlanda Freire e Willians Haubrichs - Fotos Angela Gastaldi



Depois da recepção, um rápido jantar foi servido, seguido por uma seleção de sobremesas. Tudo pensado nos mínimos detalhes para que a despedida tivesse a elegância e o carinho que a ocasião merecia.


Takashi Manabe com a cantora Hanna - Fotos Angela Gastaldi


Uma noite de homenagens

O momento mais esperado da noite ficou reservado para as homenagens.

Em reconhecimento à sua atuação e ao incentivo às relações econômicas e culturais entre o Japão e o Rio de Janeiro, Takashi Manabe recebeu o Título de Embaixador de Turismo do Rio de Janeiro.

A homenagem destacou não apenas sua atuação diplomática, mas também a importância dos vínculos construídos ao longo de sua passagem pelo Rio, especialmente nas áreas de intercâmbio cultural, turismo e aproximação entre os povos.

A noite reservou ainda outra importante homenagem: o nutricionista Matheus Oliveira recebeu uma Moção de Aplausos da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em reconhecimento ao seu trabalho.

Como toda boa noite de celebração pede uma surpresa, os convidados também participaram de um momento especial dedicado a Aloysio Teixeira, que completou 82 anos. Um bolo surpresa marcou a comemoração e trouxe ainda mais emoção e descontração ao encontro.


Ana Botafogo, Sumaya Neves, Ana Cristina Carvalho e Val Guimarães - Fotos Angela Gastaldi


Música, detalhes e afetos

Nada pareceu ter sido deixado ao acaso. Desde o serviço gastronômico até a sequência das homenagens, todos os momentos foram cuidadosamente pensados e cronometrados.

Um dos destaques foi um pot-pourri de músicas japonesas, preparado especialmente para a ocasião e que trouxe um toque ainda mais simbólico à homenagem ao cônsul.

Na despedida, os convidados receberam uma lembrança especial: chocolates belgas acompanhados de bolo com creme de avelã.

Mais do que um coquetel de despedida, a noite se transformou em uma celebração da amizade, da diplomacia, da cultura e das relações construídas ao longo do tempo.

Entre homenagens, música, gastronomia e muita interação, Bayard Boiteux reuniu amigos e convidados para prestar uma homenagem à altura de Takashi Manabe, que agora segue para um novo capítulo de sua trajetória internacional, levando consigo as lembranças e os laços construídos durante sua passagem pelo Rio de Janeiro.


Aloysio Teixeira, baronesa Diana Van Eluard Macedo e Joana Teixeira
Tony Colon, Val Guimaraes Sumaya Neves e Ana Botafogo
Willians Haubrichs, Sérgio Chamone o saxofonista Renan de Castro e Marcelo Antunes
Ana Cristina Carvalho e Matheus Oliveira
Takashi Manabe, Diana Macedo e Bayard Boiteux
Programação do evento

Fotos Angela Gastaldi

FestCargas 2026 leva shows nacionais gratuitos, praça de alimentação e sorteios ao Shopping Vila Destro neste fim de semana

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